PDF Service Manual Mercedes-Benz Axor Truck - 2 MB
This comprehensive manual covers the Mercedes-Benz Axor truck series.
It contains detailed information for maintenance, troubleshooting, and repair of all major systems.
Whether you are a professional mechanic or a fleet owner, this manual provides the technical data and procedures needed to keep your Axor truck in optimal condition.
It is an indispensable guide for all service operations.
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Diretrizes para Montagem de
Carroçarias e Equipamentos
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Introdução
Formas de apresentação L
1.2 Formas de apresentação
Nestas “Instruções para fabricação e montagem de carroçarias e equipamentos”
encontra-se as seguintes formas de apresentação.
Ícone de advertência G
Um sinal de advertência chamará sua atenção para possíveis riscos de aciden-
tes de lesões
Indicação relativa à proteção
ao meio ambiente H
Uma indicação relativa a proteção do meio ambiente dará sugestões de como
preservar e proteger o meio ambiente
!!
Esta indicação chamará sua atenção para possíveis riscos de danos ao veículo.
!i
Esta indicação lhe dará conselhos ou qualquer outro tipo de informação.
> página Este símbolo indicará a página onde poderá ser encontrada maiores
informações sobre o tema, possui um link em formato PDF.
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Generalidades
Aprovação da montagem de implementos L
2.3.3 Direitos
– A princípio, não existe um direito a concessão de aprovação aos fabricantes de
implementos.
– Devido ao desenvolvimento técnico e aos novos conhecimentos daí resultantes, a
DaimlerChrysler do Brasil Ltda. poderá negar a aprovação dos implementos, mesmo
que já tenha sido concedida uma aprovação anterior semelhante.
– A aprovação dos implementos poderá ser restringida a determinados veículos.
– Para os veículos de série ou já fornecidos prontos, a concessão posterior da
aprovação de implementos poderá ser recusada.
O fabricante de implementos é responsável:
– pelo funcionamento e instalação dos produtos por ele fabricados;
– por todas as alterações e peças instaladas que não estejam especificadas, ou que
forem ocultadas da documentação apresentada para aprovação;
– pela garantia dos serviços prestados nas alterações das características originais do
veículo, mesmo tendo a aprovação técnica da DaimlerChrysler do Brasil Ltda.,
devendo ainda ser responsável por atender a legislação em vigor do país.
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Planejamento de carroçarias e equipamentos
Alterações no veículo L
!i
No Brasil, de acordo com a resolução do CONTRAN 201/06, o veículo que tiver
modificadas suas características básicas ou estruturas originais, como a
distância entre-eixos (alongamento ou encurtamento), somente será registrado,
licenciado ou terá renovada a licença anual quando a alteração for previamente
autorizada pela Autoridade de Trânsito e for comprovada a segurança veicular
por intermédio do “INSTITUTO TÉCNICO OFICIAL”.
As informações completas sobre as “Exigências Legais Brasileiras” para veículos
automotores poderão ser obtida através da “INTERNET” no endereço:
www.inmetro.gov.br
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Planejamento de carroçarias e equipamentos
Equipamentos opcionais L
3.9 Equipamentos opcionais
Risco de acidente e lesão G
A utilização de peças, agregados, equipamentos e acessórios não aprovados
poderão afetar a segurança do veículo
Antes de realizar trabalhos nas estruturas adicionais, carroçarias, montagem de
equipamentos e acessórios no veículo básico ou agregados, é estritamente
necessário ler os capítulos do “Manual de Operação” do veículo relacionados com
a montagem desses implementos e as instruções de utilização e montagem dos
fabricantes de implementos.
Caso contrário, pode não ser possível reconhecer determinados riscos, colocando
em perigo si próprio ou terceiros.
Para adequar corretamente o veículo a carroçaria, a Mercedes-Benz® recomenda os
equipamentos opcionais/especiais disponíveis com códigos de venda.
Os equipamentos opcionais/especiais podem ser obtidos através dos códigos de venda
(code) na rede de concessionários e postos de serviços autorizados Mercedes-Benz®.
Os equipamentos opcionais e/ou especiais aplicados posteriormente (por exemplo;
molas reforçadas, reforços do quadro, tanques auxiliares, estabilizadores etc) aumentam
o peso do veículo.
Quando o chassi for equipado com molas ou pneus de dimensões diferentes, a altura
do quadro poderá ser alterada consideravelmente, conforme situação de carga.
Antes de fazer a montagem das carroçarias ou equipamentos, verificar o peso real do
chassi através da pesagem.
Nem todos equipamentos opcionais e/ou especiais poderão ser montados sem
problemas em todos veículos. Isto aplica-se principalmente no caso de uma montagem
posterior.
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Valores técnicos limites durante o planejamento
Dirigibilidade L
3 Carga sobre o eixo dianteiro
Carga mínima sobre
Veículo o eixo dianteiro
Versão 4x2 25% do peso bruto do veículo
Versão 6x2 20% do peso bruto do veículo
com plataforma traseira de carga,
com guincho na parte traseira
Axor 30% do peso bruto
ou funcionamento com reboque de do veículo
eixo único (reboque de eixo central/
reboque com lança rígida)
Funcionamento com reboque de 35% do peso bruto
eixo central /reboque com lança rígida. do veículo
Proporção semi-reboque / trator > 1:1
Risco de acidente G
A carga admissível sobre o eixo dianteiro não deve ser excedida.
A carga na parte traseira (veículos 2 eixos, atrás do eixo traseiro e veículos 3 eixos,
atrás de C+K/2 (vide figura “Centro de carga” > página 45), tem uma influência
negativa sobre o comportamento em marcha, sendo necessária uma maior atenção
na condução.
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Prevenção contra danos
Instalação elétrica L
3 Desligar os conectores do compartimento frontal do veículo como descrito a seguir.
• Abrir a tampa frontal (1) puxando-a no local indicado (seta), de ambos os lados
como mostra a figura.
• Remover a grade frontal (2) soltando os parafusos (3) nas regiões indicadas (setas).
1 Tampa frontal
2 Grade frontal
1 Trava da tampa
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Prevenção contra danos
Trabalhos de pintura L
5.7 Trabalhos de pintura
Indicação relativa à proteção
ao meio ambiente H
Em caso de manuseio inadequado, as tintas e os vernizes são prejudiciais ao meio
ambiente e a saúde.
Remova as tintas e os vernizes observando as disposições de proteção ao meio
ambiente.
O chassi e as peças do veículo estão revestidos com um verniz de resina sintética. Em
caso de repintura de peças utilizar material conforme DIN DBL 7390.50 (pintura de
fundo) e DBL 7391.60 (acabamento superficial), verificar se as tintas são compatíveis.
Para evitar diferenças de cor ao pintar o veículo, será possível solicitar a
DaimlerChrysler do Brasil Ltda. informações sobre as tintas de base e de acabamento.
Antes de efetuar os trabalhos de pintura, proteger ou tampar as seguintes regiões:
• Superfícies de contato entre os cubos de roda e os tambores do freio
• Superfícies de contato das porcas das rodas.
• Flanges de acoplamento dos eixos de tração, da árvore de transmissão e dos
acionamentos auxiliares.
• Hastes dos êmbolos dos cilindros hidráulicos (sistema hidráulico de basculamento da
cabina do condutor etc.).
• Todas as válvulas de comando do sistema pneumático (ar comprimido).
• Respiros da caixa de mudanças, eixos etc.
• Freios a disco.
Para secagem da pintura, não deve-se exceder a temperatura de 80° C.
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Alterações no veículo básico
Material do quadro L
6.2 Material do quadro
No caso de “Alteração da distância entre eixos” > página 93 e “Prolongamento do
balanço traseiro” > página 112, o material da peça de prolongamento e o reforço
deverão corresponder a qualidade e a dimensão do quadro do chassi de série. As
dimensões e o material das longarinas do quadro poderão ser verificadas no
capítulo“Aprovação da alteração da distância entre eixos” > página 94.
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Alterações no veículo básico
Sistema de freios L
6.6.3 Testes para verificação de estanqueidade
Após completada a emenda das tubulações de ar, deverá ser executado um dos testes
descritos abaixo, para verificação de vazamentos:
A Para assegurar a máxima confiabilidade aos resultados a serem obtidos, torna-se
imprescindível a utilização de uma maleta de teste, tipo Wabco, desenvolvida para
testes do sistema de freio pneumático.
!i
Informações referentes aos fabricantes homologados desta maleta poderão ser
obtidas através da rede de serviços Mercedes-Benz® ou na DaimlerChrysler do
Brasil Ltda. através do departamento “TPV” “Consultas técnicas” > página 17.
Para verificar a estanqueidade do circuito de freio de serviço traseiro deve-se conectar
um manômetro da maleta a tomada de teste “A”. Assim que o sistema pneumático
estiver pressurizado deve-se acionar o pedal de freio até obter no manômetro da
maleta, pressão de frenagem de 300 KPa (3 bar). Sem alterar a posição do pedal não
deverá haver queda de pressão, medida no manômetro durante 1 minuto para que seja
comprovada a correta emenda entre as tubulações e estanqueidade nas conexões do
circuito de freio.
Teste semelhante deve ser efetuado no circuito de freio de estacionamento conectando
outro manômetro da maleta a tomada de teste “B” (figura abaixo). A partir do freio de
mão acionado (sistema de freio despressurizado) e veículo freado, efetuar a seguinte
seqüência para avaliar a estanqueidade:
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Alterações no veículo básico
Alteração da distância entre eixos L
Após o corte, as longarinas do quadro do chassi, bem como as seções a serem
acrescentadas nos casos de prolongamento da distâncias entre eixos, deverão ser
chanfradas conforme DIN 1912 (Vide figura ao lado).
Após verificação do alinhamento do chassi, as regiões dos cortes/emendas deverão ser
reforçadas de forma a garantir a resistência, sem prejudicar a elasticidade do quadro.
Os reforços originais do quadro do chassi devem ser considerados na nova distância
entre eixos.
Os reforços deverão ser fixados nas almas das longarinas através de parafusos com
flange e porcas auto-travantes, utilizando as furações já existentes nas longarinas do
chassi. Não são admissivéis pontos de fixação nas abas das longarinas.
!i
E = Espessura da longarina Novos furos na alma da longarina, se estritamente necessários, deverão ser
F = Face externa
realizados conforme indicado no capítulo “Furações no quadro do veículo” >
página 81.
Os reforços deverão ser de material idêntico aos das longarinas do quadro, em perfil “L”
de chapa de aço dobrada (não deverão ser empregados perfis laminados de uso
comercial).
A fim de que os reforços possam ser fixados adequadamente, o excesso de solda das
emendas nas superfícies internas das longarinas deve ser esmerilhado.
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Alterações no veículo básico
Alterações do quadro L
6.8 Alterações do quadro
6.8.1Introdução
!!
As alterações no balanço traseiro serão permitidas desde que sejam observadas as
prescrições do peso bruto total, carga admissível por eixo e dos limites legais
vigentes e/ou construtivos para o balanço traseiro e também, deverá ser observado
que o ângulo de saída seja mantido dentro dos limites satisfatórios.
No Brasil o balanço traseiro não deverá ultrapassar a 60% da distância entre eixos
extremos, não podendo exceder a 3500 mm.
– Não serão permitidas alterações no balanço do chassi de série do “cavalo
mecânico”, tração do semi-reboque.
– As cargas admissíveis sobre os eixos não deverão ser excedidas, e, a carga mínima
sobre o eixo dianteiro deverá ser atingida.
– A fixação do pára-choque traseiro deverá ser como nos veículos de série.
– Prolongar os quadros auxiliares até a extremidade do quadro do chassi.
– Deverá ser verificado o funcionamento das ligações do reboque.
Prolongamento do quadro
– Para garantir uma resistência suficiente a torção do balanço do quadro traseiro, a
distância entre as travessas não deverão ultrapassar os 1200 mm, verificar
“Prolongamento do balanço traseiro”.
– Em caso de utilização de reboques de eixo único (reboques de eixo central), são
necessárias as seguintes indicações para a verificação e aprovação;
1 - Máximo 1200mm
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Alterações no veículo básico
Alterações do quadro L
Versão rebitada.
1 Longarina do chassi
2 Suporte transversal
3 Prolongamento do quadro
4 Chapa de união ou ângulo de reforço
5 Suporte transversal das extremidades
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Alterações no veículo básico
Retarder L
6.11 Retarder
No caso de montagem posterior de um retardador na caixa de mudanças ou na árvore
de transmissão, será necessária a aprovação do departamento competente. As
aprovações não são dadas na generalidade; por norma, limitam-se a determinados
modelos de veículos e distâncias entre eixos. O desenho de montagem deve conter as
seguintes indicações:
• Posição do Retarder no veículo
• Ângulo da árvore transmissão
• Comprimento da árvore transmissão.
Devido ao peso adicional do Retarder, verificar a distribuição do peso e se é mantida a
carga admissível sobre os eixos. Controlar a posição do centro de gravidade da
carroçaria ou a distância entre o eixo traseiro e o acoplamento do semi-reboque e, se
necessário, adaptá-las.
Retarder
A Suspensão interior
B Suspensão exterior
1 Coxim
2 Placa de reforço
!!
Em veículos com sistema de frenagem Telligent® (BS), deve-se efetuar uma nova
parametrização do módulo no caso de alterações na dimensão dos pneus. Caso
contrário, o comportamento do veículo em frenagem poderá alterar-se.
Montagem só em veículos com instalação elétrica suficientemente dimensionada
(geradores e baterias com capacidade suficiente).
Dar atenção à suficiente ligação à massa do Retarder.
Dar atenção à suficiente liberdade de movimento.
Para fixar o Retarder a linha das árvores articuladas, utilizar apenas a alma da longarina
do chassi para suportes com elemento elástico.
Proteger a tubulação da influência do calor, isolando-a devidamente. A temperatura
máxima admissível para a tubulação de ar comprimido em poliamida é de 80 C.
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Alterações no veículo básico
Esquemas elétricos L
10 Esquema elétrico Axor 958.2
Denominação Validade Arquivos
Módulo ABS 958.2 > PE42.30-W-2000G
Bateria, alimentação com tensão 958.2 > PE54.10-W-2000J
Conversor de Tensão 958.2 > PE54.10-W-2001G
Ponto Estrela CAN 958.2 > PE54.18-W-2000E
Módulo Básico I (central elétrica) 958.2 > PE54.21-W-2400SA
Módulo Básico II (central elétrica) 958.2 > PE54.21-W-2400SB
Módulo Básico III (central elétrica) 958.2 > PE54.21-W-2400SC
Tomada de Diagnose 958.2 > PE54.22-W-2000H
Painel de Instrumentos 958.2 > PE54.30-W-2200Q
Tacógrafo 958.2 > PE54.61-W-2001G
Acionamento Vidro Elétrico 958.2 > PE72.29-W-2001E
Escotilha de ventilação 958.2 > PE77.20-W-2000F
Trava centralizada (ZV) 958.2 > PE80.20-W-2000F
Iluminação externa 958.2 > PE82.10-W-2000J
Iluminação interna 958.2 > PE82.20-W-2000J
Buzina elétrica/pneumática 958.2 > PE82.25-W-2002G
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Alterações no veículo básico
Tomada acionada pelo motor L
6.18.3 Montagem de bomba acoplada
Remover a tampa de proteção (1) e montar a bomba acoplada fixa na flange (2), nos
pontos originais da tampa de proteção como indicado na figura ao lado. Utilizar o
adaptador A 906 230 00 26, vide figura (> LinK).
!!
A fim de se evitar possíveis danos ao motor devido a passagem de óleo hidráulico
para o mesmo, a bomba acoplada deverá possuir dois retentores espaçados por
uma câmara com comunicação externa.
Click no texto ou na figura ao lado para visualizar os desenhos.
X A - Eixo de saída da tomada de força A 906 234 03 05.
X B - Flange SAE-B A 906 234 04 01.
X C - Adaptador A 906 230 00 26.
. X D - Medida entre a saída da tomada de força e a flange SABE-B
150 D = 16 mm
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Alterações no veículo básico
Acoplamento ou engate para reboque L
Exemplos de configuração
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Alterações no veículo básico
Acoplamento ou engate para reboque L
6.21.5.1 Tomadas para o sistema de freios e sistema elétrico
Opcionalmente estão disponíveis tomadas de freio com freio manual, tomada elétrica
para reboque/semi-reboque e travessa reforçada para reboque conforme códigos de
venda B43 e ES3, respectivamente.
Legenda:
------------ Sem freio reboque
------------ Com freio reboque
A - Compressor de ar B - Válvula APU
C - Válvula pedal D - Válvula ALB
E - Cilindro combinado de freio F - Cilindro membrana de freio
G - Válvula do freio de estacionamento H - Válvula relé
l - Válvula de do volante de direção J - Cilindro pneumático
L - Válvula da reduzida M - Válvula de descarga rápida
N - Cilindro pneumático da reduzida O - Válvula eletropneumática
P - Cilindro pneumático freio-motor Q - Servo do acionamento da embreagem
R - Cilindro pneumático Top-brake S - Válvula do freio do reboque
T - Reservatório de ar adicional do reboque U - Tomadas para reboque
!i
Os veículos que não estiverem preparados com os códigos de venda citados
acima deverão seguir o esquema da página anterior com substituição da válvula
do freio de estacionamento (“G”).
Para o esquema elétrico do reboque ou semi-reboque, consultar capítulo
Circuito de freio básico “Esquemas elétricos” > página 139.
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Tipos de carroçarias
Quadros auxiliares L
dimensionadas em função das cargas atuantes, assim como, deverá ser adotado um
chassi com a distância entre eixos adequado a finalidade.
Para os veículos utilizados no transporte de cana-de-açúcar, na extração de madeira, na
construção civil e na mineração, o módulo secional ou módulo de resistente (Wx) do
quadro auxiliar deverá ser dimensionado de forma que composto com o módulo
secional da longarina, nos pontos críticos (máximos momentos fletores), a tensão do
material tenha um coeficiente de segurança no mínimo igual a 3, em relação ao seu
limite de ruptura.
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Tipos de carroçarias
Carroçarias autoportantes L
7.4.2 Carroçarias de caixa aberta e de caixa fechada
Em carroçarias de caixa aberta ou caixa fechada, não será necessário um quadro
auxiliar com longarinas contínuas, se estiverem montados suportes transversais com
uma distância máxima de 600 mm.
Na região do eixo traseiro, a distância máxima de 600 mm poderá ser ultrapassada.
Suportes transversais
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Tipos de carroçarias
Carroçarias basculantes L
7.7.4 Sistema hidráulico de basculamento
– Se for possível, instalar as travessas do quadro auxiliar e do quadro do chassi
alinhadas uma com as outras.
– Recomendamos que o ponto de ataque do sistema hidráulico de basculamento deve
situar-se a frente do centro de gravidade da carroçaria + carga útil.
Sistemas hidráulicos de acionamento - Execuções recomendadas:
• Execução A: Ação direta, baixa pressão e capacidade volumétrica de 4 a 5m3
• Execução B: Ação indireta, baixa pressão e capacidade volumétrica de 6 a 7m3
• Execução C: Ação direta com cilindro hidráulico telescópico frontal, alta pressão e